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A OUTRA FACE DA CRISE

A OUTRA FACE DA CRISE

Produtividade não costumava ser uma preocupação paro o empresário brasileiro até pouco tempo atrás. Mas a globalização trouxe sérias consequências à produção interna e expos um dos maiores problemas – a falta de competitividade. Esse mau costuma ser atribuído a falta de educação ou infraestrutura.
A verdade é que, segundo o The Conference Board, em levantamento realizado em 2013, o trabalhador brasileiro tem apenas 17,2% da produtividade do norte-americano e cerca da metade do argentino. Será que o problema é realmente o "custo Brasil"?
A explicação não é tão simples assim. As práticas de gestão utilizadas pela maioria das empresas brasileiras, sobretudo as familiares e PME´s, são as mesmas há muito tempo, buscando resultados sob pressão em vez de investir em inteligência de gestão.
Simplificar é uma ordem. Quando a crise aperta, um dos primeiros atos do gestor é promover cortes de pessoal. Ivar Berntz, da Deloitte, alerta que essas companhias "podem estar desperdiçando recursos investidos em capacitação de profissionais que farão falta no momento da retomada do crescimento". A recomendação é, portanto, trocar a abordagem da redução de custos por uma nova perspectiva de gestão – a da simplificação.
Além disso, o total engajamento das lideranças é fundamental para a concretização de um processo de desenvolvimento produtivo, seja em qual setor interno for; até mesmo naqueles menos importantes.
Para Luiz Vieira, da PwC, "gerenciamento proativo dos gastos discricionários, definição clara do papel das áreas de negócios e das de compras, maior centralização (e controle) de compras estratégicas, gerenciamento e revisão da demanda interna de compras e das especificações técnicas requeridas, rediscussão da base de fornecedores etc." são apenas uma parte do que precisa ser feito.
A outra face da crise é que ela torna as mudanças muito mais fáceis, quase que obrigatórias, culminando ordinariamente em ganhos consideráveis de eficiência. As resistências internas diminuem e as negociações fluem com maior facilidade, em todas as pontas.
Para tanto, é necessário dar atenção às novas tecnologias e a automação de processos produtivos, revisar os formatos de interação com os clientes e a padronização de procedimentos administrativos e de controle.
Este é o momento de repensar os modelos de negócio e estabelecer diferentes formas de se relacionar e atender a uma crescente geração digital que pratica uma nova dinâmica de avaliação, busca e aquisição de produtos e serviços, através da internet.
As empresas devem, portanto, criar modelos de negócio realmente digitais, aproveitando a expectativa dos clientes de viver experiências e a disponibilidade de novas tecnologias para aumentar sua satisfação, gerar mais oportunidades de receita e reduzir custos operacionais. Assim, todo mundo sai ganhando.
Matheus B. Sobocinski
Contabilista e Advogado, Diretor-Executivo da
Funcional Contabilidade e Funcional ConsultoriaFoto Matheus

PRESIDENTE DA FECOMÉRCIO VEM AO SHOW RURAL

Como nas edições anteriores, o Presidente da Fecomércio – Darci Piana, estará no Show Rural Coopavel que acontece de 06 a 10 de fevereiro em Cascavel. A comitiva da Fecomércio, composta de 20 pessoas entre diretores do Sistema, Sesc, Senac e do IFDP - Instituto Fecomércio de Pesquisa e Desenvolvimento será recepcionada pelo Presidente do Sindilojas-Cascavel – Paulo Beal.
"Trata-se de uma visita importante para o evento e para nós do comércio da região, pois o Presidente Darci Piana exerce autoridade e significância na economia do estado", ressalta Paulo Beal.
A comitiva da Fecomércio, permanecerá no evento durante o dia 09 (quinta-feira).

Foto: visita de Darci Piana no Show Rural de 2016Fotos Silvia Lima 6

BEAL TORNA-SE CAVALHEIRO DA BOCA MALDITA

A confraria dos "Cavalheiros da Boca Maldita de Curitiba", comemorou seus 60 anos com um jantar homenageando 56 novos integrantes. O evento aconteceu no Hotel Four Points by Sheraton reunindo políticos, médicos, empresários, representantes do poder público, presidente de entidades nacionais, entre outros convidados.

Na oportunidade, o Presidente do Sindilojas-Cascavel, Paulo Beal foi condecorado como Cavalheiro da Boca Maldita de Curitiba, passando a compor um grupo de mais de 2.500 cavalheiros, cuja função filantrópica e de ação social vem somar-se ao combate incansável contra os desmandos e à corrupção, atuando na defesa do povo brasileiro e de sua Liberdade de Expressão.

Dentre muitos já homenageados pela Boca Maldita de Curitiba, destaques para o Juiz Federal Sérgio Moro; o Ministro do TCU, João Augusto Nardes e o ministro Edson Fachin, do STF.

O presidente do Sistema Fecomércio Sesc Senac, Darci Piana, que faz parte da confraria, foi o orador no evento. No ensejo ele destacou que a "Boca Maldita de Curitiba faz parte da história politica do Brasil. Acontecimentos como o Comício das "Diretas já", a passeata dos "Caras Pintadas" pedindo saída do então presidente Fernando Collor de Mello, e tantos outros movimentos consolidam a Boca Maldita como a primeira Tribuna Livre do País".

Ao agradecer a honraria, Paulo Beal se disse orgulhoso por estar representando o setor que mais contribui para a de riqueza e renda no estado e que não está alheio aos anseios de bem estar da população do estado.
Foto: (da esq. p/ dir.): Presidente da Boca Maldita, Ygor K. de Siqueira; Paulo Beal e o Presidente da Fecomércio, Darci Piana.PAULO BOCA MALDIDA EDITADO

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