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NA CRISE EMPRESA COM MARCA FORTE SE SAI MELHOR

Tempos difíceis para o comércio, nunca são exatamente iguais.
Em todas as recessões o desempenho das empresas é influenciado pela mudança de hábitos do consumidor. Entre as estratégias para passar por momentos difíceis, está na construção e fortalecimento de uma boa marca corporativa. Toda empresa precisa entender o valor da imagem da sua marca e não somente dos produtos que vende. Só assim, dizem os experts do marketing, será possível sobreviver às retrações e prosperar depois delas.
O Presidente da Fecomércio – Darci Piana, reflete e aconselha:
"Já vai longe o tempo em que o comércio vendia produtos em porções, a granel, em sacas. Hoje a atividade fundamenta-se nas marcas.
Quanto melhor determinada marca for percebida pelo consumidor, mais sucesso ela terá. O inverso também é válido. Marcas que sofrem desgaste por algum motivo – interdição sanitária, envolvimento em escândalos ou outras questões legais – veem seu público minguar. Marcas fortes sustentam o comércio em todas as suas vertentes (bens, serviços e turismo), porque elas são a essência do mercado nas sociedades comandadas pela livre iniciativa".

Darci Piana

Comércio tende à recuperação

Resultado acumulado entre janeiro e julho no Paraná representa leve recuperação do comércio

As vendas do comércio no Paraná têm apresentado, nos últimos meses, sinais de uma leve recuperação. Apesar dos resultados obtidos até julho de 2016 serem negativos na comparação com o mesmo período de 2015, dados da Pesquisa Conjuntural do Comércio, realizada mensalmente pela Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Paraná (Fecomércio PR), demonstram que as vendas estão reagindo gradativamente desde abril deste ano.
O gráfico em destaque representa as vendas acumuladas do comércio paranaense em 2016, mês a mês, comparadas com as vendas acumuladas em 2015. O resultado, que no início do ano era -16,27%, foi melhorando com o passar dos meses e fechou julho em -5,75%.
Desde a última pesquisa divulgada pela Fecomércio PR, com os dados de junho, pouca coisa mudou. Supermercados e farmácias, que vendem produtos de necessidades básicas, continuam sendo os únicos setores com resultado positivo no acumulado do ano. O acréscimo nas vendas foi de 4,05% (supermercados) e 1,26% (farmácias), entre janeiro e julho deste ano, na comparação com o mesmo período de 2015. Lojas de departamentos lideram o ranking do pior acumulado do ano, com -24,14%.
Entre as regiões pesquisadas, a Oeste, do agronegócio, também continua sendo a única com saldo positivo nas vendas acumuladas até julho, com 1,19% de crescimento na comparação com o acumulado no mesmo período do ano passado. (fonte: Fecomércio)estatística do comercio

SINDILOJAS E SINDEC CELEBRAM CONVENÇÃO COLETIVA DE TRABALHO

Reunidos na sede do Sindilojas, os representantes dos dois sindicatos, assinaram a Convenção Coletiva que estipula as condições de trabalho com vigência no período de 1º de junho de 2016 a 31 de maio de 2017.
Conforme a Convenção, será concedida uma correção salarial a todo os empregado da categoria, aplicando-se 10% , sobre a base fixa dos salários percebidos em junho/15.
Com a convenção, ficam assegurados os seguintes pisos salariais:
a) Contínuo, pacoteiro, office-boy ou equivalentes e menor aprendiz - R$ 886,00;
b) Auxiliar, zeladora, porteiro ou equivalentes – R$ 962,00;
c) Demais Cargos e Funções – R$ 1.187,00
d) Vendedores fixos – R$ 1.214,00
Para o Presidente do Sindilojas – Paulo Beal, as comissões de negociação tiveram papel importante na condução do entendimento e, "houve avanço significativo em favor dos comerciários", acrescentou.
Detalhes da Convenção podem ser obtidos acessando a página do Sindilojas.

Na foto: Paulo Morais e Osvaldecir Pisápio (SINDEC) e Paulo Beal e Selvino Bigolin (SINDILOJAS)cct

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